17 abril 2014

O Regar Das Flores - O dia em que eu resolvi escrever uma poesia



''Flores não regadas, e abandonadas
Murchas, sem cor, sem perfume
Esperança morta, perdida, deserta
São pessoas. Falta afeto, sorriso, abraço
O sol parece estar tão longe. Não brilha
Frio coração, com medo, vazio
O jardim parece desfalecer, despedaçar
As flores sem amor, sem cuidado, com espinhos entrelaçados
Parece vir alguém. Um homem, simples
Carpinteiro, com vestes cansadas, e pés descalços
Rosto sereno, transborda graça
Um regador, em suas mãos calejadas, carrega
As pétalas já podem sentir o vento
Que sopra suave, brisa que carrega
Esperança que bate à porta, Ele vem
Tocando-as enchendo de beleza e amor
Nas gotas pode-se ver afeto, sorrisos
Sinceros abraços completam a vida
Traz sustento, alento e alimento
Olha! Agora estão aquarela!
As gotas de esperança do sangue
Abram a janela e vejam! O sol agora brilha!''

(O regar das flores - Espírito Santo que habita em mim)


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